quinta-feira, 25 de abril de 2013

Resenha: Halo Wars - Xbox 360


O propósito de  Halo Wars é parecido com o do Halo original: levar uma experiência típica dos PC's para os consoles. Halo foi bem sucedido e o mundo do FPS nunca mais foi o mesmo. Será que Halo Wars conseguiu repetir o feito no reino dos jogos de estratégia em tempo real? 

É foda! [+]

[+] Ambientação. A Ensemble fez um trabalho de primeira ao reproduzir o universo de Halo, tanto no visual das diversas unidades quanto na jogabilidade: os soldados jogam granadas, os Warthogs atropelam os inimigos. Os Spartans são duros de matar e o  Scarab é impressionante. São detalhes pequenos, mas que contribuem para garantir fidelidade com o produto original.
[+] Controles. Halo Wars é fácil de controlar. O segredo da  Ensemble foi não tentar substituir o mouse e sim criar tudo para o joystick. É praticamente um jogo de ação em miniatura, com comandos fáceis de executar, resposta rápida e movimentação ágil pelo campo de batalha.
[+] Sequências em CG. A história de Halo Wars é bacana, contando o que rolou 20 anos antes do primeiro Halo, em uma batalha entre os humanos da nave  Spirit of fire e o Covenant no planeta Harvest. A trama é apresentada em cutscenes de primeira, tudo muito bem feito e empolgante.
[+] Variedade de missões. A campanha single-player é composta de 15 missões, sem contar o manjado tutorial. Os objetivos são bem diversificados, escapando do típico "detone todos os inimigos e derrube a base deles". Tem missões de resgate, de transporte, de sobrevivência e a última em particular, é infernal. Muito bom.
[+] Multiplayer. Por mais caprichada que seja a campanha solo, o foco de um game Halo é o multiplayer, e aqui não foi diferente. É possível jogar em vários mapas tanto contra a máquina como contra outros jogadores, em partidas via Live ou System link. Também dá para jogar a campanha em co-op com outro jogador. Para completar, só no multiplayer é possível controlar as tropas do Covenant, os vilões do jogo.
[+] Extras. Tem uma linha do tempo com a história de Halo e parte dela só é preenchida quando você localiza as Black Boxes perdidas pelos mapas. Tem as caveiras, clássicos extras de Halo. São elementos que aumentam o interesse em explorar os mapas durante a campanha e junto com as Conquistas, ampliam o fator replay de Halo Wars.

É foda… [-]

[-] Covenant. Não entenda mal, jogar com o Covenant é muito legal. Eles tem unidades diferentes da UNSC, incluindo o mega-poderoso Scarab, e seus heróis são mais legais, principalmente o árbitro. Por isso que ter ter acesso a eles somente no multiplayer é uma sacanagem muito grande. Seria legal uma campanha apresentando o lado deles da história. O flood também não é uma raça controlável, mas isso eu até aceito.
[-] Microgerenciamento. Halo Wars é um jogo de estratégia voltado para ação e para os jogadores que não são acostumados ao gênero. A Ensemble simplificou o jogo ao máximo, tornando a administração de recursos fácil de manter, sem vários dados diferentes para preocupar o jogador. Pode não ser um defeito para muita gente, mas para os fãs tradicionais de RTSs como Age of Empires ou StarCraft, Halo Wars é de uma simplicidade exagerada.
Halo Wars é um jogo que cumpre seu objetivo ao permitir que o jogador experimente um bom game de estratégia no Xbox 360, com controles ágeis e precisos e partidas desafiadoras. Não é o jogo mais sofisticado do gênero mas é uma introdução excelente ao RTS para os fãs de Halo e para qualquer um que queira experimentar pela primeira vez um jogo de estratégia em tempo real. Halo Wars é um jogo exclusivo para Xbox 360 e foi lançado pela Microsoft no Brasil ao preço de R$ 179,00 no dia 12 de março. Para essa resenha joguei o modo campanha até o final e diversas partidas multiplayer, online e também via system link.

Resenha: Gears of War Judgment - Xbox 360


Brutalidade e frenesi banhado com muito sangue acompanham o novo Gears of War Judgment que volta ao 360 aprimorando suas mecânicas clássicas e tentando dar um ar de coisa nova ao que você já conhece.
O game foi desenvolvido pela Epic Games e pela People Can Fly, publicado pela Microsoft Studios e exclusivo de Xbox 360. Lançado no dia 19 de Março de 2013.
Enredo
20 anos antes do primeiro game, GoW Judgment mostra o início da guerra entre humanos e locusts. O personagem principal é Baird que juntamente com outros integrantes do esquadrão Kilo estão sendo julgados. A trama e o gameplay se desenrola através de flashbacks. A trama também irá desenvolver a história de "Cole Train", um dos personagens mais queridos da série. 
Lembrando que nesse momento da história, Marcus Fenix está preso, como vimos no início do primeiro game.
Jogabilidade
Quem já jogou Gears of War não vai estranhar os controles, muito menos a jogabilidade, pelo contrário, o aprimoramento de toda a mecânica é visível a todo instante. 
As armas são boas de se atirar (quem é jogador de shooter me entende), passam uma física real.
A troca de armas está bem mais dinâmica, com um toque no botão você troca para qualquer um dos trabucos clássicos da série, novas armas como granadas de fumaça e lança-bombas completam o arsenal rico de GoW
A movimentação dos personagens no cenário melhorou, apesar de continuar sendo um bando de rinocerontes derrubando tudo pela frente, você consegue correr entre escombros sem colar em alguma parede, um dos problemas nos outros games. 
Evolução dos melhores pontos
A história e a relação dos personagens está muito boa.
Cada capítulo do game mostra o ponto de vista de um personagem diferente, e é interessante ver cada ponto de vista da guerra, suas angústias e ideias sobre tudo que está acontecendo. Claro que, nada como mostrado em Gears 3 onde as relações entre os personagens refletindo todo o desgaste da guerra é muito bem tratado. 
O esquema de murinhos também está lá, daquele jeitinho que só a Epic Games sabe fazer, mais aprimorado do que nunca e de forma tão dinâmica que deixa tudo mais usual e suave.
Brutalidade visceral empolgante
A cada sala ou fase, você fica empolgado com o game, por se passar no início da guerra, a quantidade de Locusts é muito grande ou seja, são vários inimigos de uma vez na tela o que deixa tudo muito mais agradável. Essa quantidade absurda e jamais vista de monstros em Gears torna o gameplay visceral e sanguinário, rajadas de tiros pra todo o lado junto com sangue pintam as paredes e acredite, você se sente o cara mais badass do mundo quando termina de limpar alguma área.
A IA da sua equipe é muito boa também, eles se escondem, interagem com o cenário e te salvam, não ficam correndo loucamente de um lado pro outro sem saber o que fazer.
 
Novas Novidades
Algumas novidades brilham ao redor do game, até mesmo para diversificar dos anteriores, até porque as diferenças já são poucas, além da mecânica é claro.
Gears of War nunca foi tão frenético e isso é um ponto válido de se analisar, ainda mais em um game que tem a premissa de ser algo brutal, são corridas, tiros e sangue, tudo acontecendo tão rápido que você terá epilepsias.
Vale lembrar que o game está totalmente traduzido e dublado para o português do Brasil, e ambos estão muito bons, as vozes combinam com os personagens e passam todo o drama envolvido na guerra.
Outra novidade é o esquema da escolha de colocar uma dificuldade a mais em certos trechos do game, onde a "visibilidade é ruim", "os inimigos estão mais fortes", tudo opcional e que aumenta o desafio do game
Um novo esquema de pontuação por estrelas também foi implantado, quanto mais inimigos e de formas mais motherfuckers você os matar mais pontos ganha e se chegar no final de cada trecho da missão com toda a pontuação completa ganha um bônus, esses pontos podem ser usados para liberar novos modos de game e outras coisas como skins de armas e até armas no multiplayer.
Considerações Finais
Gears of War Judgment é um jogo com uma fórmula já batida, mas por ser o criador do gênero consegue aprimorar tudo aquilo que introduziu. A IA dos adversários é fraca mas nada que afete o gameplay, a dublagem é boa e o trabalho de tradução foi bem executado, apesar dos "cuidados" em usar palavrões que seriam característicos em um game desse gênero e frases em inglês perdidas nos diálogos (dos locusts, por exemplo) fazem toda a ambientação perder um pouco o brilho.
O motor Unreal Engine 3.5 utilizado no game deu uma polida maior em detalhes, aprimorou algumas texturas e incluiu efeitos de luz e sombra mais bem trabalhados.
Em resumo a toda obra, Gears of War Judgment é um ótimo game que encerra uma série nessa geração e obrigatório aos "caixistas". Em sua totalidade, um jogo épico, como Gears está acostumado a ser.
NOTA: 8.0

sábado, 21 de abril de 2012

Grand Theft Auto IV Online pelo Playstation 3


Video de um pequeno "Rasha" online no jogo (GTA IV) de um membro do Games Master's: DUDU_TAK_MIYA




quinta-feira, 5 de abril de 2012



Left 4 Dead 2 (PC, XBOX 360, PS3)


Plataforma:  Pc, Xbox 360 e Playstation 3     Desenvolvedor: Eletronic Arts
Distribuidor: Valve Software                             Gênero: Tiro/Ficção Cientifica
Eae galera, trago hoje a vocês o Left 4 Dead  2 um jogo de horror e ação enriquecido mais para o multiplayer mas tambem da para jogar no single player, ele e uma continuação do left 4 dead mas não uma continuação direta por que a  outros personagens em outros lugares, a primeira versão foi lançada 20 de Novembro de 2008 nos Estados Unidos e na América Latina no dia 21 de Novembro de 2008 sendo assim um jogo bem conhecido saiu a sua mais recente versão no dia 17 de    Novembro de 2009.
Um jogo desenvolvido pela  Eletronic Arts que já tem muitos jogos bons como a série de Need For Speed e Battlefield e distribuída pela valve conhecida por Portal. Esse novo Left 4 Dead traz nova armas como Serra elétrica(Que é muito loco),frigideira, tacos, espadas samurais e ate guitarra(bem legal) sem falar de novos equipamentos de cura como injeções e desfibrilador, e os zumbis fortes alguns novos apareceram e os antigos continuaram.

(Debulhando com a Guitarra)

Zumbis De left 4 Dead

Boomer
É um bicho Gordo que vomita na sua cara atrapalhando muito realmente ainda mais quando você esta cercado de zumbis e o lazarento vomita na sua cara fazendo você perder a sua visão a sorte e que ele não e rápido e dando um tiro ele explode ajudando a explodir outros zumbis.

Hunter
Ele também e muito chato me lembra do personagem do Prototype o Alex Mercer, ele e rápido e ágil e se você estiver na frente do grupo e ele ver você tem duas opções tentar atirar se tiver uma arma boa ou correr feito loco por que ele tira muito dano, ele te derruba no chão e começa a te unhar.

Smoker
Ele e um zumbi que te pega com a língua e te começa a puxar às vezes você nem vê ele e já esta sendo puxado quando esta no on-line e fácil por que seus colegas atiram nele e morre rápido, mas quando esta no singeplayer demora para os boots atirarem ai você fica sendo levado ate não dar mais, achando ruim?? Quando ele e morto solta uma fumaça prejudicando sua visão.

Tank
Realmente se você ver ele pode começar a correr e pegar uma boa distancia para atirar ele e grande e muito grande de longe joga pedras e de perto tira muito dano ele e difícil de matar, mas se ficar longe da para atirar de boa.

Witch
Bom essa personagem ela e bem chata e causa muito dano ela geralmente aparece chorando nos cantos como uma boa moça, mas a qualquer barulho ou tiro nela (que geralmente as pessoas fazem) ele revela sua real aparência e começa a correr atrás de você com suas imensas garras ela já te deixa no ultimo Life que você precisa de ajuda para levantar e nem adianta atirar quando ela te perseguir ela e forte muito forte, uma dica: qualquer pessoas que não seja do seu grupo não se intimide pode meter bala.

Agora os novos zumbis

Charger
Ele e uma copia do tank, me vez de ser bombado ele só tem um braço grande o direito e um bem pequeno, ele avistou você comece a correr por que ele vai te perseguir e quando te alcançar vai te socar no chão ate alguém atirar nele para ele parar não gosto de bicho por que quando eu jogo ele só vem  atrás de mim, só vem me mata.

Spliter
E uma mulher q fica babando ela não causa muito dano, mas quando você mata ela derrama um acido que atinge uma longa distancia te deixando desorientado eu tentei ficar longe, mas o acido dela pega, se você tiver coragem de uma olhadinha na cara dela por que e bem feia e fica com a calcinha pra fora e barriguda. E uma verdadeira baranga muito feia tem um bafo do cão e só te ferra.

(Todos os Zumbis citados acima aki)

E um bom jogo para você que gosta de ação e desafios cheio de fases e com bastante interação com os objetos e cenários que te dão realmente a ideia de um apocalipse zumbi o jogo não tem uma historia de um vírus e só um grupo de pessoas que tem que chegar a um ponto se não me engano para fugir num helicóptero mas as fases são bem feitas, assim o jogo deixa desejar em alguns aspectos assim ele podia ser mais real mas não vamos esperar muito de um jogo on-line hospedado pela steam, mas e divertido o jogo,  bom eu me divirto ficando bravo morrendo com os zumbis.
                                                       Os personagens são Coach um cara bem robusto e bem grande treinador de um time de futebol americanos, Rochelle uma repórter do jornal local, Ellis um mecânico e Nick(pra mim parece mafioso)um jogador trapaceiro com esses personagems você vai viver na pele a infestação zumbi no sul dos Estados Unidos começando em Savannah indo para Georgia acabando em Nova Orleans, Lousiana. A historia de cada personagem e revelada através dos diálogos das fases.
Um jogo exclusivo para Xbox e Pc ou seja se você se interessou e gostou terá que ter um pc ou um Xbox. E um jogo de FPS com muitas armas como shotguns, metralhadoras e Rifles eu prefiro as shotguns por que assim da a impreçao que estou no The Walking Dead. Uma das coisas legais porem chata e no escuro o jogo realmente e escuro ou seja apagou a lanterna você fica cegado outra coisa legal e quando você esta morrendo sua vista fica em preto e branco e seu personagem fica andando lentamente dificulta muito. Mesmo sendo um ótimo jogo ele não conseguiu atingir o mesmo resultado left 4 dead 1 que realmente assustava mais e tinha as fases mais assustadoras


Tipos de jogos

Modo Campanha:
É o modo online onde você e seu time em um objetivo de passar de fase.

Modo singleplayer
É o mesmo do campanha so que agora os jogadores são controlados artificialmente eu não gosto por que els são burrinhos.

Modo Verus
Modo on-line onde você joga contra outros jogadores sem zumbi
Se alguém lembra um modo me perdoe so sei os três.

Left 4 Dead 3???
Pelas especulações e pesquisa parece que a um rumor do novo left 4 dead 3 promete ser mais aterrorizante que o 1 já que o atual left 4 dead apesar de ser bom não dava tanto susto assim.


Nota Games Master's - 8.0

quinta-feira, 29 de março de 2012

Resenha: Asuras's Wrath (XBOX 360 e PS3)


Plataforma: Xbox 360, PlayStation 3Desenvolvedor: CyberConnect 2
Distribuidor: Capcom
Gênero:
Ação, Aventura
Mitologia hindu, com uma mescla de hinduísmo, ficção científica, batalhas entre deuses e muita, muita, pancadaria. Essa é a receita de Asura’s Wrath, da Capcom, que surpreendeu os gamers que imaginavam que o jogo seria apenas um God of War mais oriental.

No game, você encarna o personagem homônimo, um dos oito generais de Deus (não o cristão) em uma batalha contra uma entidade chamada Gohma. Depois da treta, seus amigos decidem trair você, sequestram sua filha e te deixam em uma prisão dimensional por mais de 12 mil anos.

Quando Asura finalmente consegue escapar do confinamento do Naraka, ele tem motivos de sobra para querer quebrar todos os antigos amigos na porrada. E é isso que acontece. O game mais parece uma gigantesca sequência de CGs (computer graphics, ou seja, as animações entre a ação), permeada por QTE (quick time events - aqueles momentos que um botão aparece na tela e você tem que apertar no momento certo) e alguns momentos de jogo, propriamente dito.

Embora seja um semideus da fúria, Asura bem poderia ser a divindade do exagero. Como o game trata de mitologia, os produtores decidiram dar a tudo proporções épicas. Espere por inimigos maiores do que o próprio planeta e personagens capazes de fazer façanhas homéricas com apenas partes do corpo. O potencial para realizar algo, teoricamente, impossível, está presente em todo mundo, e as proezas de Asura não param de surpreender o jogador ao longo do game.

É nessa atmosfera de exagero e no enredo, bem amarrado, que AW cativa o jogador. Embora o game não tenha combates tão elaborados como outros jogos com propostas similares, como Ninja Gaiden, Devil May Cry e o próprio God of War, a maneira como ele é apresentado ao jogador não dá espaço para comparações.

A história linear e a trama interessante fazem com que o jogador não desgrude os olhos da TV durante um minuto sequer e fique sempre querendo saber o que vai acontecer no próximo capítulo (porque o game é dividido em episódios, quase como um seriado).

Os efeitos sonoros e a direção de arte também colaboram para tornar Asura’s Wrath uma experiência única. O game não é muito longo, mas vale a experiência de jogar algo completamente diferente do que se está acostumado. A crítica preferiu, muitas vezes, classificar AW como experiência multimídia do que como jogo propriamente dito, já que o gameplay fica em segundo plano com relação ao enredo. Independente de qual seja o rótulo, Asura’s Wrath vale pela diversão do inusitado e do exagero e pelos belos cenários e referência a mitologia hindu e budista.
Quem ainda não jogou está perdendo a oportunidade de conhecer uma ótima história e de descer o braço em alguns manés no melhor estilo Dragon Ball Z. Vai encarar?
Nota do Games Master's
Gráficos: 9
Som: 8,5
Jogabilidade: 8
Diversão: 9
Nota Geral: 8,5


quarta-feira, 28 de março de 2012

NOVO: A equipe agora do blog sera composta por mais 2 integrantes. Eu o Maucolima e o EvilKing, nos estamos trabalhando aqui e agora iremos escrever resenhas e fazer muitas gameplays e estamos visando ai alguns projetos para melhorar o desenpenho do blog.

Espero que nós  sejamos bem recebido
^^

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novo: Nas resenhas que serão feitas, o Blog Games Master's colocara uma nota nos jogos resenhados. Isso mesmo! nós vamos começar a dar notas nos jogos analizados

OBS: Sinteks xx agora trabalha sozinho, pois o  NerdMaster abandonou :S
Uncharted 3: Drake's Deception ( Exclusivo: Playstation 3 )


Em 2007 surgiu uma espécie de herói. Não um herói no sentido literal da palavra, já que ele estava atrás de tesouros e não ajudar a humanidade. Seu nome era Nathan Drake. No primeiro game, tudo era novidade e ainda haviam elementos a serem lapidados. Eis que dois anos depois, em 2009, a lapidação chegou a um estado perfeito no segundo game. Aclamado pelos jogadores e pela crítica, era consenso que era uma obra-prima. Mais dois anos depois somos agraciados com a terceira parte dessa trilogia: Uncharted 3: Drake’s Deception. Mas será que o nível que a segunda parte deixou foi superado?
Nathan Drake está agora em busca da verdade por trás de uma expedição de Sir Francis Drake que possivelmente pode levá-lo até Ubar, a Atlantis do Deserto, um lugar repleto de segredos e tesouros. Mas até lá, Drake terá que confrontar seu passado e descobrir se seus amigos realmente são leais a ele.
A qualidade narrativa de Uncharted 3 é visível. A história é redonda e emocionante. Através de diferentes lugares no mundo e tempos distintos (acompanha-se também o início das aventuras de Drake e como ele conheceu Sullivan). A trama é tão envolvente que é fácil pensar que o jogador vai passar uma hora jogando e quando percebe já se foram três. É tão bem amarrado que há a expectativa de descobrir o que vem a seguir, o que faz com tudo se desenrole mais prazerosamente e nunca como se fosse uma obrigação.

As dez horas no modo single player é um verdadeiro deleite aos olhos. Desde os túneis úmidos e obscuros de Londres até O deserto, tudo é de um visual tão realista que demonstra como outras produtoras não conseguem trabalhar com todo o potencial do Playstation 3. O fogo, a água e principalmente a areia (essa que apareça tão pouco, infelizmente) surge para mostrar que os games ainda tem muito que mostrar em quesito técnico. A melhoria do segundo para o terceiro é clara, mesmo que não seja tão escancarada assim.
E é tudo tão grandioso no game que a fotografia também colabora nesse sentido. Não são raras as vezes que o controle da câmera saí da sua mão para mostrar o quão pequeno é Drake naquele mundo, dando zoom out do personagem e mostrando quão grandioso é o cenário que o cerca (seja o cemitério de navios, seja o vasto deserto). E esse é o ponto que faz com que a Naughty Dog transforme o game num verdadeiro filme: os enquadramentos de câmera.
Mas talvez seja esse também o principal problema do game: ser cinematográfico demais. Não são poucas vezes que o controle é tirado da mão do jogador para que cutscenes sejam mostradas, o que tira um pouco da graça de ver tudo, já que poderia ser você fazendo tudo aquilo que é apenas visto. Tudo parece um grande blockbuster. Mas não um ruim, afinal a Naughty Dog mostrou que pode fazer um game que chuta bundas de muito filme por aí.

Quanto a mecânica in game, há algumas mudanças que podem fazer o jogador torcer o nariz, principalmente quando se trata da mira das armas. Houve uma melhoria nesse sentido que faz com que muitos tiros (mas muitos mesmos) seja desperdiçados no começo até que haja um natural aprendizado. Os trancos que algumas armas dão estão maiores, e isso aumente a dificuldade em mirar. Nada que atrapalhe, mas sim que exige uma dedicação um pouco maior. Dentre as melhorias, há a possibilidade de poder jogar um granada de volta para quem arremessou. Mas a que mais se destaca, sem dúvida é o combate corpo a corpo. Não basta apenas apertar quadrado e esperar que o adversário caia. Agora é necessário, além de esmurrar, esperar o momento certo para apertar um triângulo ou apertar várias vezes um bola para se soltar do inimigo. Além disso, muitas vezes o cenário se mostra interativo com a ação, onde Drake pode jogar um inimigo pela janela ou usar uma garrafa para quebrar na cabeça do mesmo. Muitos comparam o sistema de combate ao de Batman. Não acho que chegue a tanto, mas adiciona uma boa mecânica, principalmente quando se está sem balas ou armas, o que obriga a partir para uma briga desesperada em busca de arma.
A inteligência dos inimigos também foi melhorada, o que faz com que eles busquem melhor cobertura, se mecham mais e flanqueiem você. Nesses casos, você é obrigado e criar uma estratégia melhor, procurar por inimigos e ter que trocar sempre de armas, já que não são poucas vezes que deixar algo para trás complica sua vida mais pra frente.
Uma reclamação (pessoal e meio que geral) é quanto ao sistema de localização brasileiro. A dublagem eu deixei de lado depois daquele péssimo trailer e de ver tanta gente reclamando da mesma. Mas resolvi adotar as legendas em português. Muita coisa é mudada em relação ao original e até nas legendas há palavrões a rodo, coisa que não há na dublagem original. Chega a ser desnecessária a quantidade de palavrões proferidos ao longo da aventura.

Uncharted 3 tinha sido anunciado com a árdua tarefa de superar o antecessor. Infelizmente ele não consegue. Chega perto, mas alguns problemas, como tirar o controle da mão do jogador diversas vezes e ser cinematográfico demais tiram boa parte da graça. Mas em contrapartida, há uma história empolgante e envolvente, gráficos simplesmente belíssimos, uma variedade grande nos combates e grandes momentos de ação que tiram o fôlego e fazem com que o jogador fique de boca aberta. Em essência, Uncharted 3: Drake’s Deception é um grande blockbuster que prometia muito mais do que entrega. Mas o que entrega ainda assim é muito bom e prazeroso. Só que está na hora de um quarto game trazer algo mais inovador (assim como a segunda parte trouxe). Naughty Dog: sua vez.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Batalha: Call of Duty Modern Warfare 3       vBattlefield 3  




E aqui estamos nós mais uma vez aguardando um novo Modern Warfare. Ele nem de longe parece inovar tanto quanto o seu antecessor, mas a emoção de travar uma batalha a nível de uma Guerra Mundial é o maior atrativo que o game da Activision poderia oferecer. E se esse fato não for o bastante, então talvez a caçada pela cabeça de Makarov e a volta de Soap e cia, além da possível presença de Ghost possam ser o maior chamariz do até então queridinho da nação gamer FPS. Para quem não se aguenta até novembro, mês de lançamento do game, aqui vão mais alguns minutos de muito Call Of Duty.


Lembrando que esta história possui dois lados e o outro é o da Eletronic Arts e seu Battlefield 3 que segue impressionando com o seu poderio gráfico e ambientes cada vez mais destrutivos. O game está mais dinâmico do que nunca e sem sombra de dúvida é um belo convite a quem está afim de mudar um pouco os ares com jogos de tiro. O único problema que vem tirando o sono de alguns é que depois da estonteante apresentação na E3, descobrimos que a EA não levou à feira as versões dos consoles, demonstrando apenas a versão de PC sob a alegação de que as outras ainda não estão prontas o suficiente para serem mostradas ao publico. Será que o resultado final vai gerar tanto furor (bom ou ruim?) a ponto de ser necessário tanto suspense?


A Activision ao saber do fato tratou logo de soltar uma nota dizendo que até agoora ainda está esperando o Battlefield 3 que foi prometido aos consoles e que sem ele, bater Call Of Duty no quesito vendas será impossível. Bem, depois de tantas provocações por parte da EA, que não teve papas na língua para dizer que o seu jogo seria muito melhor que o do concorrente, até que demorou bastante para que a Activision devolvesse na mesma moeda.
E resumindo tudo de forma bem rápida na minha humilde opinião, enquanto Call Of Duty: Modern Warfare 3 apela para a emoção, Battlefield 3 aposta na inovação. Quem vence esta guerra? Apostem meus amigos, pois ela está realmente divertida e chega ser imperdoável um fã do gênero FPS perder um minuto que seja dela. Pena que a E3 já se foi e com ela primeira parte dessa troca de farpas. O resultado nós veremos no fim do ano, mais precisamente em outubro, quando Battlefield 3 sair na frente nos lançamentos de fim de ano.

Fala sério hein, quem disse que só briga de console é boa?

domingo, 30 de outubro de 2011

Resenha: Driver San Francisco
Bom eu não joguei muito tempo de Driver San Francisco,mas deu para tirar uma conclusão.
Driver San Francisco é um jogo de ação do estilo" sandbox" (mundo aberto), desenvolvido pela Ubisoft Reflections  publicado pela Ubisoft.
Driver San Francisco é o quinto jogo da franquia de videogames. O jogo foi revelado oficialmente na E3 de 2010, e lançado na America do Norte em 6 de Setembro de 2011 e na Europa em 2 de Setembro de 2011, nas plataformas Xbox 360, Playstation 3, Wii e no sistema OnLive, enquanto que a versão do Windows foi lançada em 27 de Setembro e a 30 de Setembro de 2011. Na América e na Europa respectivamente , Uma demo para um jogador para Xbox 360 E ps3 Ficou disponivel a 10 de Agosto de 2011 e a demo para multijogador online em 17 de Agosto, ambas para transferencia através da Xbox Live e Playstaion Network

Resumo da História.
John Tanner é um policial da cidade de São Francisco que acaba ferido durante uma perseguição a um criminoso barra pesada - Jericho. O homem da lei acaba coma e enquanto está em um leito do hospital ele começa a sonhar que resolve crimes usando um poder especial que permite que ele controle a mente e o corpo de outros motoristas da cidade.
Ele salta em carros e pega carona em uma aventura no qual ele deve não só descobrir o paradeiro de seu rival, mas também fazendo loucuras atrás do volante.

Pontos Positivos :)




  • A história é legal
  • No início era fácil torcer o nariz para "Driver: San Francisco", afinal, a premissa não era lá grandes coisas: John Tanner, o protagonista de alguma forma mágica “pulava” de carro em carro para cumprir seus objetivos. Antes do jogo sair, era dito que Tanner tinha poderes paranormais, ou que era um fantasma: algo tão fora da realidade da série que acabou virando motivo de piada.
    O problema é que ninguém tentou explicar a história do jogo de uma maneira eficiente. Acontece que Tanner não faz nada disso 'de verdade'. O herói está em coma em uma cama de hospital ouvindo um noticiário da TV. E tudo o que acontece na TV, causa um reflexo na mente do policial que imagina que consegue resolver os crimes exibidos na telinha.
    Nesse delírio, ele vai atrás de Jericho, o bandido que o colocou em coma e ameaça fazer um ataque terrorista na cidade de São Francisco. Tanner sonha que tem o poder de invadir o corpo e a mente de outros motoristas e tenta encontrar o meliante resolvendo os mistérios e perseguindo seus comparsas.
    Dessa forma, sabendo que tudo se passa dentro de um delírio comatoso, a história não parece tão boba e a aventura se torna mais agradável para o jogador. E o clima de filme policial deixa as coisas ainda mais interessantes do que ficar apenas correndo como um doido pelas ladeiras da cidade.



  • Variedade de missões
  • 'Armado' com o poder de tomar o corpo das pessoas, Tanner flutua pela cidade de São Francisco e escolhe um carro. Ao entrar naquele veículo ele pode cumprir diversas missões, como apostar corridas, assustar professores de autoescola, destruir cartazes de propaganda e por aí vai.
    O divertido é que a produtora Reflections se esforçou mesmo para criar muitas missões paralelas. Algumas são divertidas, como saltar pela ladeiras ou levar um passageiro para um ponto distante da cidade usando apenas becos e ruas sem trânsito. Outras são mais desafiadoras, como fugir de uma gangue usando um caminhão cegonha cheio de carros que não podem ser danificados.
    No final das contas, fica claro que o jogo foi feito apenas para divertir e não tem a pretensão de se tornar um game do ano.



  • Usar poderes para cumprir missões
  • A habilidade de Tanner pode ser usada de diversas maneiras interessantes, como bloquear ruas, encontrar atalhos, bater de frente com um adversário. Assim que o botão que ativa o poder é ativado, o tempo fica mais lento e o jogador pode procurar um ‘alvo’ próximo. Pode ser um ônibus, um caminhão de combustível ou mesmo um carro pequeno, mas sempre tem algum veículo que pode ser usado ali por perto.
    Além de poder trocar de carro de um jeito ou de outro, é possível usar turbo para ganhar velocidade ou ainda dar um encontrão no adversário, causando um dano enorme na lataria. O jogo é bem ágil e essa mecânica deixa as coisas mais divertidas.



  • Rachas na rede
  • O modo online tem potencial para ser divertido, por mais difícil que seja encontrar partidas online. Antes de cada prova é dado aos jogadores uma pequena tarefa, como manter a o velocímetro acima de um determinado valor, bater em um carro ou correr até um ponto no mapa. Quanto mais alto no grid de largada, mais vantagens, como uma barra maior de turbo, por exemplo.
    As disputas vão desde os tradicionais rachas na avenida principal da cidade ou mesmo perseguir um veículo até preencher a barra. Se é divertido fazer isso sozinho na aventura, brincar assim com outras pessoas fica ainda mais emocionante.

    Pontos Negativos :(



  • Batidas sem graça
  • Um ponto que a Reflections deveria ter trabalhado melhor são as batidas. Essa parte fundamental de um jogo de perseguição é meio sem graça em "Driver: San Francisco". Bater em um caminhão de combustível não causa uma explosão, na verdade, o máximo que vai acontecer é dar um amassadinho e isso é um pouco desapontador.
    Bater de frente em um adversário também poderia ser mais impactante, mas o máximo que acontece é fazer o carro batido girar sem controle.



  • Difícil de encontrar adversários online
  • O modo online é bacana, mas antes de sair cantando pneus nas ruas da São Francisco virtual você vai ter sua paciência testada. Não foram raras as vezes nos testes de GAMES MASTER'S em que não foi possível encontrar adversários.
    O pior é que o game não permite cancelar a busca por jogadores depois que ela é iniciada. O usuário fica refém da boa vontade do sistema liberar os comandos para fazer outra coisa. Essa lentidão também acontece ao clicar na opção Leaderboards, uma tentativa frustrada de imitar o Autolog da série "Need for Speed". Com um sistema lento e pouco amigável, o jogador fica desestimulado a comparar seus tempos com os de seus amigos.